Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP África
  • Programas
  • Notícias
  • Desporto
  • Vídeos
  • Programação

NO AR
PROGRAMAÇÃO a seguir
Imagem de Moçambique – Projeto de ONG declarou mais de 120 escolas “livres” de violência
Notícias 30 jan, 2024, 10:42

Moçambique – Projeto de ONG declarou mais de 120 escolas “livres” de violência

Por LUSA

Mais de 120 escolas de quatro distritos da província de Manica, centro de Moçambique, foram1142 declaradas “livres” de violência pela ONG Save the Children, tendo os 166 mil alunos abrangidos desde 2019 passado a ter aulas em locais “agradáveis”.

Fonte daquela Organização Não-Governamental (ONG) explicou hoje à Lusa que o projeto, que decorreu até 2023, visava ainda travar a “marginalização da rapariga e da pessoa com deficiência”, que “continuam a ser um desafio nas zonas rurais”, tornando a “escola livre de violência”.

O “pilar central da teoria de mudança”, defendeu a ONG, foi “o estabelecimento de parcerias como meio de colaborar com os vários parceiros” no terreno, incluindo as autoridades, “para partilhar conhecimentos, influenciar os outros e construir a capacidade para assegurar que os Direitos da Crianças sejam cumpridos”.

Hoje assinala-se precisamente o Dia Internacional da Não Violência e da Paz, nas escolas, daí a pertinência do projeto realizado pela Save the Children nos últimos anos nos distritos de Machaze, Manica, Macossa, e Tambara.

O projeto passou pela “capacitação” de professores e grupos comunitários “em disciplina positiva e alternativas aos castigos corporais”, para “abandonarem o uso de métodos pouco convencionais no ensino”, tornando as escolas “em lugares agradáveis para os alunos e reduzir a taxa de desistências devido a maus-tratos”.

O projeto “Leaving No Child Behind” – Não deixar nenhuma criança para trás -, abrangeu 115 escolas primárias e sete escolas secundárias de Manica, alcançando 166.811 crianças, “dentro e fora” das escolas, incluindo 1.238 portadoras de deficiência, e 10.716 adultos, entre professores, membros dos Comités Comunitários de Proteção da Criança, Conselhos Escolares, Comités Escolares de Emergência Básica e de plataformas da sociedade civil.

Visou essencialmente a “educação primária” no ambiente escolar, criando “um ambiente amigável, inclusivo, seguro e propício a melhores resultados de aprendizagem para as crianças”, nomeadamente de “comunidades desfavorecidas e marginalizadas, incluindo as crianças que vivem com deficiência e que não frequentam a escola”.

“Os resultados revelaram que a percentagem de crianças que permanecem nas 115 escolas primárias apoiadas pelo projeto aumentou em 7%, ou seja, de 90% para 97%”, detalhou, acrescentando que os resultados “evidenciam que 96% de raparigas e mães jovens retornaram à escola depois de abandonar devido a gravidez precoce e uniões prematuras, contra 20% na linha de base”.

“Estes resultados foram possíveis de alcançar com as intervenções baseadas na implementação do currículo ‘Nós e o Nosso Primeiro Bebé’ complementada com as visitas domiciliárias realizadas pelas parteiras tradicionais”, explicou a fonte, sublinhando a articulação alcançada com as escolas.

Também “aumentou o acesso e a permanência das crianças na escola” e cresceu o número de alunos matriculados, de 75.881 para 95.788, enquanto os novos ingressos aumentaram 26,2%, equivalente a 19.907 crianças que entraram pela primeira vez naquelas escolas. Houve igualmente incremento de crianças com deficiência, de 1.172 para 2.770.

“Melhorou a qualidade da aprendizagem das crianças. Os resultados mostram um aumento de 9% para 23% na compreensão e interpretação de textos, quase o mesmo nível de proficiência em numeracia, que ficou nos 24%”, destacou.

A percentagem de assiduidade dos professores nestas escolas passou de 67% para 86%, através de “esforços adicionais” para “reduzir o absentismo”, com formação de gestores de escolas sobre gestão escolar, transparência e responsabilidade, entre outros, como a realização de campanhas “devolver as escolas às comunidades”.

“Possibilitaram maior engajamento da comunidade na monitoria da assiduidade dos professores e, como resultado, a assiduidade dos professores aumentou em 19%”, afirmou a ONG.

Com o apoio de quatro organizações locais, os “esforços” de formação foram “desenvolvidos numa perspetiva integrada e tendo como foco principal a educação básica”, definindo a escola como “centro de aprendizagem, onde todas as intervenções temáticas se cruzaram para garantir que as crianças aprendam e estejam seguras, participem e desenvolvam num ambiente de qualidade e seguro dentro e fora da escola”.

“Pela primeira vez, os alunos surdos terminaram o ensino básico com a capacidade de ler com os olhos e falar com as mãos. Esta aprendizagem abriu-lhes oportunidades de participação e competência em feiras de leitura promovidas pela escola e pela comunidade”, sublinhou a Save the Children.

Pode também gostar

Imagem de Escritor cabo-verdiano Emanuel Ribeiro vence o prémio literário Claridade 2023

Escritor cabo-verdiano Emanuel Ribeiro vence o prémio literário Claridade 2023

Imagem de Angola – Caixa de Proteção Social exige celeridade na atribuição de pensões de reforma

Angola – Caixa de Proteção Social exige celeridade na atribuição de pensões de reforma

Imagem de Moçambique – Governo diz que cerca de 22 mil deslocados já regressaram às localidades de origem

Moçambique – Governo diz que cerca de 22 mil deslocados já regressaram às localidades de origem

Imagem de Angola – Sete deputados suspendem mandato por incompatibilidade

Angola – Sete deputados suspendem mandato por incompatibilidade

Imagem de Angola – Entidades s passam a trocar informação sobre crimes financeiros

Angola – Entidades s passam a trocar informação sobre crimes financeiros

Imagem de Guiné-Bissau -Funcionários do Hospital Raoul Follereau planeiam greve de cinco dias

Guiné-Bissau -Funcionários do Hospital Raoul Follereau planeiam greve de cinco dias

Imagem de Guiné-Bissau – PAI-Terra Ranka exige a realização de um inquérito internacional e independente sobre droga apreendida

Guiné-Bissau – PAI-Terra Ranka exige a realização de um inquérito internacional e independente sobre droga apreendida

Imagem de Cabo Verde – Parceiros internacionais visitam Central de Armazenamento de Energias Renováveis

Cabo Verde – Parceiros internacionais visitam Central de Armazenamento de Energias Renováveis

Imagem de Cabo Verde – Os dois maiores partidos reagem aos resultados das eleições autárquicas

Cabo Verde – Os dois maiores partidos reagem aos resultados das eleições autárquicas

Imagem de Angola rescinde contrato mineiro com Endiama, Pan African Diamonds e Kutululuca

Angola rescinde contrato mineiro com Endiama, Pan African Diamonds e Kutululuca

PUB
RTP África

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP África

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Contactos
  • Programação
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026