Os professores moçambicanos queixam-se da violação dos seus direitos, como o não pagamentos das horas extraordinárias e o desembolso do subsídio de funeral quando solicitado para o efeito.As preocupações constam do Caderno Reivindicativo da Associação dos Professores Unidos de Moçambique, que aponta ainda a não progressão da carreira como parte das inquietações.
Pode também gostar
Bienal de Arte e Cultura da Guiné-Bissau destaca-se como novo polo de criação e intercâmbio artístico
Guiné-Bissau – Liga dos Direitos Humanos denuncia “apetência pela ditadura” no país
Angola – Dirigente da UNITA defende revisão constitucional
São Tomé e Príncipe – Larissa Ramos foi a maior revelação do Campeonato Nacional de Atletismo
Guiné-Bissau – Ex-combatentes guineenses sentem-se ignorados e querem falar com Presidente português
Moçambique – “Casos de intimidação e violência eleitoral aumentaram 60%”
Cabo Verde – Assembleia Nacional poderá vir a reduzir número de deputados
Moçambique – PGR denuncia atos de intimidação contra magistrados do Ministério Público
São Tomé e Príncipe – Dia Internacional das Pessoas com Deficiência assinalado com espetáculo “Tempo Sem Visão”
Moçambique – INMM recomenda medidas de prevenção e segurança devido a mau tempo
Siga-nos nas redes sociais
Siga-nos nas redes sociais