Saltar para o conteúdo
    • Notícias
    • Desporto
    • Televisão
    • Rádio
    • RTP Play
    • RTP Palco
    • Zigzag Play
    • RTP Ensina
    • RTP Arquivos
RTP África
  • Programas
  • Notícias
  • Desporto
  • Vídeos
  • Programação

NO AR
PROGRAMAÇÃO a seguir
Imagem de Moçambique/Eleições – SADC preocupada com violência pós-eleitoral
Notícias 21 nov, 2024, 08:54

Moçambique/Eleições – SADC preocupada com violência pós-eleitoral

Por LUSA

Os líderes da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC, na sigla em inglês) expressaram, em Harare, a sua condenação e preocupação com a escalada da violência pós-eleitoral em Moçambique, noticia a imprensa zimbabueana.

A crise eleitoral em Moçambique foi um dos temas principais de debate e análises pelos chefes de Estado e de Governo da SADC, que estiveram reunidos em cimeira extraordinária em Harare, capital do Zimbabué, país que detém a presidência rotativa da organização sub-regional.

O jornal zimbabueano Sunday Mail citou, na sua edição eletrónica, o secretário executivo da SADC, Elias Magosi, segundo o qual não era “previsível a deterioração do processo eleitoral” em Moçambique.

“Não esperávamos que o processo eleitoral pudesse deteriorar-se ao ponto de provocar conflitos graves, perturbações da atividade económica, ameaças à vida de pessoas e mesmo a perda de vidas, bem como danos materiais e infraestruturas”, frisou Elias Magosi, na intervenção de abertura dos trabalhos.

“Existem estruturas adequadas ao abrigo das leis eleitorais e da Constituição dos Estados-membros que tratam das queixas e de quaisquer dúvidas sobre as eleições. Apelamos a todos aqueles que se sentem prejudicados com o processo eleitoral para que sigam estes procedimentos legais e garantam a segurança dos cidadãos e a estabilidade do país”, acrescentou o secretário executivo.

Segundo o correspondente da DW em Harare, os líderes da SADC decidiram aguardar para ver se o diálogo proposto pelo Presidente Moçambicano, Filipe Nyusi, com os quatro candidatos presidenciais vai acontecer, antes de tomar medidas concretas em relação à crise pós-eleitoral moçambicana.

“Caso esse diálogo seja infrutífero, a SADC iniciará a sua mediação, enviando um mediador a Moçambique”, relatou Privilege Musvanhiri, sem citar fontes.

Apenas quatro chefes de Estado da SADC participaram na cimeira, incluindo os Presidentes de Moçambique, Filipe Nyusi, da República Democrática do Congo, Félix Tshisekedi, de Madagáscar, Andry Rajoelina, e o recém-eleito Presidente do Botsuana, Duma Boko.

Outros Estados-membros enviaram delegações de nível inferior, o que, segundo o antigo ministro dos Negócios Estrangeiros zimbabueano Walter Mzembi, representou uma mensagem para o Presidente do Zimbabué, Emmerson Mnangagwa, destaca o Sunday Mail.

“Há uma mensagem importante a ser transmitida à Presidência do Zimbabué da SADC”, disse Mzembi, que afirmou: “Os líderes regionais estão a pedir ao Zimbabué que resolva as questões de interferência nos assuntos internos dos Estados membros”.

Mzembi referiu-se especificamente às alegações de que o Zimbabué facilitou irregularidades eleitorais em Moçambique, com alegações de que foram distribuídos bilhetes de identidade moçambicanos a zimbabueanos para influenciar o resultado das eleições.

A afirmação de Mzembi vem ao encontro do recurso que o candidato presidencial Venâncio Mondlane interpôs hoje junto do Conselho Constitucional moçambicano em que pede a nulidade da votação no círculo eleitoral do Zimbabué.

Mondlane alega que naquele círculo eleitoral votaram 296.519 zimbabueanos “sem capacidade eleitoral ativa”.

De acordo com o recurso apresentado por Judite Simão, mandatária de Venâncio Mondlane, o mesmo invoca a “nulidade da eleição presidencial” de 09 de outubro na circunscrição do país vizinho, citando os dados do relatório da Southern Africa Human Rights Lawyers High Comission Mozambique, que refere que aquele número de cidadãos zimbabueanos votou “ilegalmente”.

Venâncio Mondlane contesta a atribuição da vitória a Daniel Chapo, candidato apoiado pela Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, no poder), com 70,67% dos votos, segundo os resultados anunciados em 24 de outubro pela Comissão Nacional de Eleições (CNE) e que ainda têm de ser validados pelo Conselho Constitucional.

O candidato presidencial Venâncio Mondlane apelou terça-feira aos moçambicanos para cumprirem três dias de luto nacional pelas “50 vítimas mortais” nas manifestações pós-eleitorais, a partir de hoje, incluindo uma paragem e buzinão dos carros por 15 minutos.

Segundo a edição eletrónica do jornal The Zimbabwe Mail, que refere igualmente as críticas por uma suposta interferência no processo eleitoral moçambicano, a violência em Moçambique, de que já resultaram dezenas de mortos, “tem vindo a afetar as relações na região”.

 

Pode também gostar

Imagem de Angola – PR visita África do Sul na próxima semana para solidificar relações

Angola – PR visita África do Sul na próxima semana para solidificar relações

Imagem de Angola – Associação pede ajuda para compra de protetores solares para pessoas albinas

Angola – Associação pede ajuda para compra de protetores solares para pessoas albinas

Imagem de Moçambique – Mafalala Rugby Clube leva modalidade às escolas do bairro em Maputo

Moçambique – Mafalala Rugby Clube leva modalidade às escolas do bairro em Maputo

Imagem de Moçambique – Barragem de Cahora Bassa renova em 2023 pico de produção dos últimos cinco anos

Moçambique – Barragem de Cahora Bassa renova em 2023 pico de produção dos últimos cinco anos

Imagem de Angola – Desconvocada greve dos professores da Escola Portuguesa de Luanda

Angola – Desconvocada greve dos professores da Escola Portuguesa de Luanda

Imagem de São Tomé e Príncipe – Detido suspeito de vários crimes, incluindo violência sexual contra menores

São Tomé e Príncipe – Detido suspeito de vários crimes, incluindo violência sexual contra menores

Imagem de Chefes de Estado de Cabo Verde e da Guiné-Bissau discursam na ONU

Chefes de Estado de Cabo Verde e da Guiné-Bissau discursam na ONU

Imagem de Moçambique – PR pede campanha sem “discursos incendiários e intimidatórios” ou violência

Moçambique – PR pede campanha sem “discursos incendiários e intimidatórios” ou violência

Imagem de Angola – Governo anuncia envio de propostas de lei sobre autarquias para o parlamento

Angola – Governo anuncia envio de propostas de lei sobre autarquias para o parlamento

Imagem de Cabo Verde – Terminou a 1ª. fase de uma formação de formadores baseada na abordagem por competências

Cabo Verde – Terminou a 1ª. fase de uma formação de formadores baseada na abordagem por competências

PUB
RTP África

Siga-nos nas redes sociais

Siga-nos nas redes sociais

  • Aceder ao Facebook da RTP África

Instale a aplicação RTP Play

  • Descarregar a aplicação RTP Play da Apple Store
  • Descarregar a aplicação RTP Play do Google Play
  • Contactos
  • Programação
Logo RTP RTP
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube
  • flickr
    • NOTÍCIAS
    • DESPORTO
    • TELEVISÃO
    • RÁDIO
    • RTP ARQUIVOS
    • RTP Ensina
    • RTP PLAY
      • EM DIRETO
      • REVER PROGRAMAS
    • CONCURSOS
      • Perguntas frequentes
      • Contactos
    • CONTACTOS
    • Provedora do Telespectador
    • Provedora do Ouvinte
    • ACESSIBILIDADES
    • Satélites
    • A EMPRESA
    • CONSELHO GERAL INDEPENDENTE
    • CONSELHO DE OPINIÃO
    • CONTRATO DE CONCESSÃO DO SERVIÇO PÚBLICO DE RÁDIO E TELEVISÃO
    • RGPD
      • Gestão das definições de Cookies
Política de Privacidade | Política de Cookies | Termos e Condições | Publicidade
© RTP, Rádio e Televisão de Portugal 2026