Em comunicado, a Organização Não Governamental refere que mais de 300 pessoas foram mortas e cerca de 700 ficaram feridas na tentativa de reprimir manifestações pós-eleitorais.
Acrescenta que milhares de pessoas foram detidas arbitrariamente e alegadamente sujeitas a tortura e outros maus-tratos durante a detenção.
A Amnistia Internacional exige que os resultados da investigação sejam públicos e pede ao Presidente moçambicano para mostrar que está determinado a acabar com a impunidade.