O Brigadeiro-General saiu em liberdade da prisão da base aérea, onde se encontrava detido há três anos, no âmbito da tentativa de golpe de Estado conhecida como o Caso 1 de Fevereiro de 2022.
A justiça militar não comprovou o envolvimento de Júlio Nhaté no caso, por isso a defesa pondera uma queixa contra o Estado guineense pelos danos morais e de saúde causados ao ex-diretor da Escola Militar da cidade de Cumeré.