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Imagem de Exportações lusófonas para a China caem 0,3% em outubro
Notícias 6 dez, 2024, 10:11

Exportações lusófonas para a China caem 0,3% em outubro

Por LUSA

As exportações lusófonas para a China caíram 0,3% nos primeiros dez meses de 2024, com um decréscimo de 23% em outubro a inverter o melhor arranque de ano de sempre, indicam dados oficiais.

As exportações atingiram 119,3 mil milhões de dólares (112,9 mil milhões de euros) entre janeiro e outubro, de acordo com dados dos Serviços de Alfândega da China divulgados na quinta-feira.

Nos primeiros nove meses do ano, as exportações tinham registado o valor mais elevado desde que o Fórum para a Cooperação Económica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa (Fórum de Macau) começou a apresentar estes dados, em 2013.

Mas o cenário inverteu-se em outubro, mês em que as exportações caíram 23%, em comparação com o mesmo período de 2023, para 10,2 mil milhões de dólares (9,67 mil milhões de euros).

Os dados mostram que a descida se deveu sobretudo ao segundo maior fornecedor lusófono do mercado chinês, Angola, cujas vendas caíram 4,8% para 14,8 mil milhões de dólares (14 milhões de euros).

Pelo contrário, no que toca ao maior parceiro comercial chinês no bloco lusófono, as exportações do Brasil cresceram 0,3%, para 99,6 mil milhões de dólares (94,2 mil milhões de euros), um novo máximo para os primeiros dez meses do ano.

As vendas de mercadorias de Portugal para a China aumentaram 8,6% para 2,58 mil milhões de dólares (2,44 mil milhões de euros), enquanto as exportações de Moçambique subiram 11,9% para 1,46 mil milhões de dólares (1,38 mil milhões de euros).

Pelo contrário, as exportações da Guiné Equatorial para o mercado chinês desceram 17,1%, para 887,2 milhões de dólares (838,8 milhões de euros), enquanto as vendas de Timor-Leste (menos 98,7%), Cabo Verde (menos 81,2%) e São Tomé e Príncipe (menos 91,2%) também caíram em comparação com o período entre janeiro e outubro de 2023.

As exportações da Guiné-Bissau para a China quase triplicaram nos primeiros dez meses de 2024, embora o país não tenha vendido mais de mil dólares (cerca de 945 euros) em mercadorias.

Na direção oposta, os países lusófonos importaram mercadorias no valor de 71,9 mil milhões de dólares (68 mil milhões de euros) da China, um aumento anual de 18,3% e um novo recorde para os primeiros dez meses do ano.

O Brasil foi o maior comprador no bloco lusófono, com importações a atingirem 60,8 mil milhões de dólares (57,5 mil milhões de euros), seguido de Portugal, que comprou à China mercadorias no valor de 5,12 mil milhões de dólares (4,84 mil milhões de euros).

Ao todo, as trocas comerciais entre os países de língua portuguesa e a China atingiram 191,2 mil milhões de dólares (180,8 mil milhões de euros) entre janeiro e outubro, mais 6% do que em igual período de 2023 e um novo máximo para os primeiros dez meses do ano.

A China registou um défice comercial de 47,4 mil milhões de dólares (44,8 mil milhões de euros) com o bloco lusófono no período entre janeiro e outubro deste ano.

 

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