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Imagem de Angola procura “solução inédita” para levar energia da rede nacional a Cabinda
Notícias 20 abr, 2024, 13:49

Angola procura “solução inédita” para levar energia da rede nacional a Cabinda

Por LUSA

O Presidente angolano disse que o Governo está a trabalhar “numa solução inédita” para levar energia da rede nacional à província petrolífera de Cabinda, norte do país, a partir do Soyo, na província do Zaire.

João Lourenço, que discursava na qualidade de presidente do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder, na abertura da reunião do Comité Central, em Luanda, referiu que, com o fornecimento de energia a Cabinda, a partir da rede nacional, o país vai poupar recursos financeiros que gasta na aquisição de combustíveis.

“Estamos a trabalhar numa solução inédita para levar energia da rede nacional para Cabinda a partir do Soyo e, com isso, descontinuar a utilização das centrais térmicas, que são grandes consumidoras de combustíveis fósseis, inimigos do ambiente”, afirmou.

O líder do MPLA frisou que a reunião do Comité Central, antecedida do encontro do Bureau Político do MPLA, vai debater o tema sobre o estado do setor de energias e águas, sobretudo com os novos investimentos em vista.

Segundo João Lourenço, Angola está a produzir já cerca de 6.400 megawatts, dos quais consome cerca de metade, o que aponta para a necessidade de priorizar, a partir de agora, o investimento, “de preferência privado”, no transporte e distribuição da energia produzida.

“Para que possamos aumentar o consumo industrial e doméstico e vender energia para os nossos vizinhos, injetando-a na rede da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral), a sul do nosso país, assim como transportar para a região do chamado Copperbelt, na Zâmbia, numa extensão de 1.300 quilómetros a partir de Laúca”, disse João Lourenço.

João Lourenço destacou os grandes projetos em fase de execução ou programados, como a barragem hidroelétrica de Caculo Cabaça, os projetos Bita e Quilonga, para reforço do abastecimento de água à cidade de Luanda, que está neste momento com mais de 12 milhões de habitantes e os grandes projetos de armazenamento de água como o da Cova do Leão, Ndue e Calucuve, no Cunene, e os projetos do Curoca, Carojamba, Giraúl, Namangando, Bero e Bentiaba, no Namibe.

Relativamente ao setor da saúde, João Lourenço frisou que é “cada vez mais visível aos olhos de todos” que o Governo angolano está a fazer “uma verdadeira revolução no setor da saúde, em todos os escalões de atendimento”, admitindo haver “ainda muito por fazer”.

“É evidente que, para garantir a saúde dos angolanos, precisamos também de prestar maior atenção ao saneamento básico das cidades e vilas, melhorar a dieta alimentar dos cidadãos, através do aumento da produção interna de bens alimentares, esforço esse que vem sendo feito pelos nossos agricultores e fazendeiros, mas sobretudo pelos camponeses, no quadro da agricultura familiar”, disse.

No plano internacional, o líder do MPLA sublinhou que “o mundo está a viver um momento desafiador, que não pode deixar ninguém indiferente, pelo facto de estar o destino e o futuro de toda a humanidade em perigo e não só pelas rápidas e crescentes alterações climáticas, mas sobretudo pela real ameaça à paz e segurança mundiais, com os conflitos em curso em África, na Ásia, na Europa e no médio Oriente”.

“A invasão e anexação de territórios da Ucrânia pela Rússia é algo que viola e fere gravemente a Carta das Nações Unidas, o direito internacional, a sã convivência entre as nações e a paz conquistada com muito sacrifício pelas forças aliadas ao derrubar o nazismo em 1945”, disse, realçando que o velho conflito entre o Israel e a Palestina atingiu hoje “níveis de crueldade jamais imaginados e a tentativa de um eliminar o outro não é realista por muito que alguma das partes confie no poder militar que tem ou que pode mobilizar junto dos seus aliados.

A solução, prosseguiu, é os dois Estados conviverem de forma pacífica: “E quanto mais tempo de levar, a se criar e reconhecer o estado da Palestina, maior será o sofrimento de ambos os lados, de ambos os povos”, concluiu.

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