A polícia angolana anunciou o encerramento de duas fábricas ilegais, por alegadas práticas de contrafação, fuga ao fisco, associação criminosa e branqueamento de capitais.
Uma das fábricas dedicava-se à produção de chinelos reciclados. A outra era referente a televisões e plasmas, que estava a funcionar sem licença.
O encerramento das duas unidades ocorreu na sequência de uma operação policial de combate aos crimes económicos.